Ser ou não ser

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Solitária alma*

Anoiteceu, a luz do dia deu lugar à brisa fria e escura. Janelas e portas se fecham e junto à elas, os mais temidos medos que se escondem na exuberância forma humana feminina. Atrás de grandes marcas existentes na mente amadurecida, de solitária alma, resplandece a coragem de um vulto extremamente sagaz à luz do dia. Entre sonhos e realidades, verdades e inverdades, amor e ódio, se faz testemunhar o brilho cálido, estampado na face desta bela mulher. Certezas de um dia, onde passagens relâmpagos se tornaram fortes aliadas, de pensamentos ainda mais distantes. Porventura, esta singela lembrança se faz a cada amanhecer. O elo, numa ligação ainda tão viva e linda, pelo par que se dividiu, em verdadeiros estilhaços do coração.



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